quarta-feira, outubro 22, 2003

Continuam a aparecer alguns comentários no Fórum que eu criei.

O mais recente é o da Rute Barbedo que escreveu o seguinte:

"Fim do jornalismo? Que absurdo! Tal como a saúde, a educação, os valores, os problemas e a resolução deles, o jornalismo nunca irá acabar. É simplesmente uma condição inerente à humanidade, pois já ninguém vive sem informação, sem ter que pensar ou mesmo inventar! A tecnologia apenas trará uma nova faceta ao jornalismo, adaptando-o ao resto das "ciências", de acordo com a evolução humana. Decadência? Sim, claro... Mas haverá algo que não passe por isso?"

Aguardam-se novos comentários; lá, ou aqui, tanto faz.

quarta-feira, outubro 15, 2003

Portal Imprensa

No Portal da Imprensa, foi criado um fórum subordinado ao tema "Até onde deve ir a liberdade de imprensa? Devem existir limites à informação?"

Curiosas e interessantes são, no mínimo, algumas das opiniões que lá existem.

terça-feira, outubro 14, 2003

Na edição de hoje do Portugal Diário, destaque para dois artigos, ambos interessantes e ambos da autoria do jornalista Miguel Marujo e que passo a reproduzir.


"Reutilização do trabalho de profissionais da informação carece de autorização prévia"


Jornalistas também são autores


A demissão de dois ministros do Governo e as convulsões na Justiça portuguesa têm trazido também para primeiro plano a comunicação social. Entre "exclusivos" e "investigações" em primeira mão assiste-se a notícias e reportagens repetidas ou imitadas em diferentes órgãos de comunicação social.
Como pano de fundo: os direitos de autor destes profissionais, as condições precárias em que laboram e a concentração em poucas empresas do sector. Por estes dias, o Sindicato de Jornalistas (SJ) apresentou publicamente as suas preocupações sobre o processo de fusão das empresas do grupo da PT/Lusomundo - que inclui as editoras do Jornal de Notícias, Diário de Notícias, 24 Horas, Tal & Qual e Grande Reportagem, entre outros títulos -, salientando que este "não pode afectar os direitos dos jornalistas, como o vínculo contratual, a antiguidade e a autonomia técnica da profissão".
Por outro lado, em Agosto de 2002, o núcleo sindical de jornalistas "online" do SJ elegia - entre vários aspectos sobre a credibilidade dos "media" electrónicos - a necessidade de reflectir sobre cláusulas de consciência para os jornalistas, o uso indiscriminado de artigos em diversas publicações da mesma empresa e os atropelos aos direitos laborais e de autor. Para o SJ, "qualquer reutilização do trabalho dos profissionais de Informação carece sempre de autorização prévia, caso a caso".
Isto vale para peças preparadas para um órgão que depois aparece "reproduzida" num outro título da mesma empresa. E quando essa "reutilização" é abusivamente feita por profissionais de outros jornais e sem qualquer citação dos trabalhos originais, como por vezes se acusam mutuamente títulos e jornalistas [ver texto "Jornais agressivos "pisam" ética"]?
Para Oscar Mascarenhas, presidente do Conselho Deontológico do SJ, esta atitude é "eticamente inqualificável". "Agora, nunca se atribui a investigação a outro órgão", sobretudo se é um concorrente "directo", diz. E exemplifica com outro caso, em que uma jovem estagiária, perante o reparo da fonte original não identificada, disse ser prática do seu grupo: "Uma vez publicada já se pode publicar sem citar". Não pode, argumenta Mascarenhas.
Para o editor-executivo do Tal & Qual, Luís Nunes, "alguns jornais a citarem-se mutuamente é impossível. O público-alvo de um 24 Horas e de um Correio da Manhã é o mesmo. E, nesse caso, seria admitir que o outro jornal tem boas histórias. Entre os semanários é a mesma coisa", diz. "Eticamente devia-se dizer". Ao órgão sindical chegam poucas queixas, esclarece o dirigente sindical: jornais, rádios e estações de televisão preferem fazer "queixa ou referência" dos eventuais plágios no seu próprio órgão de informação, atacando os que cometeram o abuso. O director do MaisFutebol, Luís Sobral, explica: "Não há tempo para a queixa formal. É tudo tão rápido" nos dias de hoje, que "nem vale a pena". Sobral, que duvida da regulação externa, insiste na tecla do respeito - "que não se ensina e que, infelizmente, muita gente não tem". A editora de Política do Público, Ana Sá Lopes, diz que não vale a pena queixar-se ao Conselho Deontológico do SJ, nem à Alta Autoridade para a Comunicação Social. "São ficções", acusa. "E que se desculpam por não haver queixas".
Outro aspecto, sublinhado por Oscar Mascarenhas, é a precariedade laboral em muitas redacções, que facilitam as pressões de administradores ou superiores editoriais junto de estagiários ou outros profissionais de informação. A solução, em casos destes, passa por "punir o orientador do estágio" ou "o administrador" que intervenha em competências editoriais - como o do director, também presidente de um clube de futebol de uma cidade, que impôs nas suas rádios locais um texto por si escrito a denegrir a oposição na sua agremiação desportiva.
Mas não são razões de precariedade que explicam estes casos, defende Ana Sá Lopes: "Tem a ver com seriedade e é tão possível acontecer com estagiários, como com os outros".




"Mercado cada vez mais agressivo" ajuda ao atropelo de regras. "Tendência é para piorar"


Jornais agressivos "pisam" ética


Um "mercado cada vez mais agressivo" na comunicação social tem ajudado ao atropelo diário das regras do jogo. O lamento é geral, constatou o PortugalDiário, depois de ouvidos editores de diferentes jornais. "E a tendência é para piorar", antecipa Luís Nunes, editor-executivo do Tal & Qual.
Os casos sucedem-se: há dias, quando da notícia do favorecimento de um ministro à filha de outro ministro, a SIC e a TVI apresentavam uma investigação "exclusiva". Que era a mesma, só que com dados diferentes e complementares. Na sexta-feira passada, O Jogo mostrou em "exclusivo" as fotografias de uma brincadeira de jogadores do Benfica, que vinham publicadas na generalidade da imprensa.
Também na sexta-feira, O Independente publicou uma fotografia do procurador João Guerra, responsável da investigação à Casa Pia, que o 24 Horas diz ser sua. Pedro Tadeu, director deste diário, relatou ao PortugalDiário que o semanário lhes solicitou a fotografia e que - perante a recusa do fotógrafo e do jornal na sua cedência - digitalizaram a imagem e manipularam-na, sem qualquer referência à fonte.
E quando são notícias?, quis saber o PortugalDiário. Aqui as leituras divergem: "Todo o trabalho alheio devia ser citado", defende Ana Sá Lopes, editora de Política do Público; "esse comportamento é pouco digno, mas toda a notícia tem um prazo - que, no caso de um diário é de 24 horas -, a partir daí é do domínio público", argumenta Pedro Tadeu. E exemplifica: "O Diário de Notícias, por absurdo, dá um notícia, só deles. Já assegurou o seu exclusivo por 24 horas, o que é fantástico. Os outros jornais, no dia seguinte, não podem ignorar a notícia, tentam-na trabalhar o melhor possível, conseguir novos ângulos" - e publicá-la.
A internet ainda é uma boa fonte de ideias e notícias para a comunicação social "tradicional", diz Luís Sobral, director do jornal desportivo on-line MaisFutebol. O custo dos cartazes de Santana Lopes e o IVA cobrado pelos telefonemas de solidariedade com as vítimas dos incêndios fizeram manchete no PortugalDiário, para - menos de 24 horas depois - estarem noutros diários. Sem citação. "Há quem ache que é uma fonte de informação menor, que não é!", diz Sobral. E tenta explicar: "Quando vão à "net", as pessoas sentem-se à vontade para pegar numa história, por entenderem que não chegou a toda a gente".
A prática do Público é "atribuir a quem deu" uma informação, explica Ana Sá Lopes. Luís Sobral concorda: "O Público é o jornal que está mais próximo daquilo que devia ser a prática dos outros. É um bom modelo". Mas, para a editora daquele diário, "há coisas que causam dúvidas". E acrescenta um dado à discussão - sobre a informação internacional: "Tenho muitas vezes dúvidas sobre os textos irem assinados", diz, lembrando que essa é a prática no seu jornal.
O director do MaisFutebol relata casos em que "notícias internacionais, recolhidas noutras fontes e que são indicadas", aparecem depois "descobertas" por outros. É a lei do menor esforço, argumenta Luís Sobral. "Poupa-se dinheiro nas redacções e aproveita-se o trabalho alheio".
"Picar" uma notícia "mostra falta de criatividade", sublinha Luís Nunes. "Há coisas que são uma tremenda falta de ética", "lê" o editor-executivo do Tal & Qual. Mas reconhece ter dúvidas nalguns aspectos: o seu semanário desenvolve muitas notícias publicadas durante a semana - e "não citamos a origem, mas se calhar devíamos fazê-lo".
Também Pedro Tadeu defende que se deve "caminhar para evitar fontes anónimas". O que inclui sites: "Se a fonte é um site, para credibilizar a informação temos de dizer qual é a fonte", defende o director do 24 Horas. Luís Sobral não pode estar mais de acordo: "Numa altura em que o conteúdo tende a massificar-se, é importante que não seja "sugado" dez minutos depois de estar feito". Afinal, lembra, "toda a gente se inspira em toda a gente, é impossível inventar algo todos os dias, mas a única possibilidade é haver respeito".


E, no meio de tantas falcatruas, trocas e baldrocas, os patrões lá vão enfiando os cobres no bolso. Como se ninguém soubesse que tudo isto acontece a torto e a direito em todas as redacções do país. Afinal, o que interessa é chegar primeiro; os meios que se utilizaram para lá chegar, não interessam para nada.
E este é que é, infelizmente, o jornalismo que se pratica neste rectângulo à beira mar plantado.
Aguardam-se, contudo, outros pontos de vista.

segunda-feira, outubro 13, 2003

O tema é inevitável... cada vez mais, "Blogging" e Jornalismo, são conceitos que se aproximam.

Com o título "Bloggers: Journalists of Tomorrow?", Liz Burdick, 'Staff Writer' da newsletter do "Online Journalism - the news Weblog of the USC Annenberg Online Journalism Review" regista, nos seguintes termos, um artigo publicado no "Chicago Tribune":

"Bloggers are being recognized for their talent and are now being recruited by magazines and newspapers. Those who have hired bloggers say that while actual journalism knowledge and training is important, it isn't always necessary. Instead, what employers like about some bloggers is their capability to write pieces that are intriguing, humorous and that attract readers. Many think that while the recent trend of bloggers being picked up by major publications is interesting, it is nothing that serious journalists should feel threatened by".

Este artigo do "Chicago Tribune" foi escrito por Maureen Ryan e tem por título "An unlikely new source of writing talent:Blogs" e pode ser lido aqui, sendo que, para ter acesso, tem que ser feito um registo, gratuito, no site do "Chicago Tribune".


Dica de Jotaesse, Editor do guia do blog

quarta-feira, outubro 08, 2003

Sai amanhã para as bancas, o número de Outubro do Le Monde Diplomatique.

No seu editorial, intitulado, "O quinto poder", Ignacio Ramonet analisa o poder dos media dominantes nas sociedades actuais e sublinha a necessidade da criação de um “quinto poder que nos permita opor uma força cívia cidadã à nova coligação dos dominantes (...), cuja função consistirá em denunciar o superpoder dos media, dos grandes grupos mediáticos, cúmplices e difusores da globalização liberal”.

terça-feira, outubro 07, 2003

Tendo por assunto, "Weblog é só ferramenta", Roitberg (pelo menos, é assim que o texto está assinado), enviou o seguinte comentário para o grupo Jornalistas da Web.

Não entendo a quantidade de gente dedicada a especificar se blog é jornalismo ou não, se é cultura ou não. Se é um relato de um fato, é jornalismo. Se é criação intelectual pessoal ou comunitária, é cultura. Se é apenas um diário pessoal, é apenas um diário pessoal.

No mais, blogs e fotologs são apenas ferramentas ruins para publicação de material na Web para quem não se importa mais, não quer ou não pretende usar um programa mais adequado para gerenciar contéudo. Como tais programas são carísssimos, os sistemas em PHP ou ASP que gerenciam os blogs colocam a qualquer um a facilidade de manutenir (nossa, há quanto tempo não uso essa palavra - Monteiro Lobato deve setar sorrindo) seu conteúdo de graça ou
quase de graça.

A maioria absoluta dos blogs (não pesquisei à respeito) parece ser exatamente daquela turma que fazia seus site pessoais cheios de "coisas que eu mais gosto", "meus links preferidos", "o que aconteceu comigo hoje". Os bons blogs, ficam misturados no mar de bobagens.


Aguardam-se comentários. Entretanto, para subscrever este grupo, pode clicar aqui.

terça-feira, setembro 30, 2003

Pesquisa revela a confiança no jornalista


De acordo com a 2ª edição da Pesquisa Marcas de Confiança (Trusted Brands) 2003, da Revista Seleções, a profissão de jornalista está em 9º lugar entre aquelas de maior confiança dos entrevistados. O estudo indica a confiança que estes entrevistados depositam em categorias de produtos e serviços que adquirem, e nas profissões, instituições e políticas governamentais - a profissão Jornalista foi incluída na pesquisa este ano. A profissão de Bombeiros é considerada a de maior confiança.

Na categoria Instituições/Organizações, os Jornais ficaram em segundo lugar, com 64% dos votos, a Rádio com 61%, Revistas com 58% e Televisão com 46%. Os Correios ficaram em primeiro lugar.

A pesquisa, criada pela Revista Seleções, funciona como uma espécie de termómetro do comportamento do consumidor em relação à confiança que deposita em 48 categorias de produtos e serviços, além de profissionais. No Brasil, ela é desenvolvida com o apoio do Instituto Ipson-Marplan. Os vencedores podem usar o selo internacional "Marca de Confiança" em anúncios, embalagens, acções de marketing e de relações públicas.

Numa festa de premiação, que será realizada no MASP, em São Paulo, nesta terça-feira (30/09), a partir das 19h30, serão entregues troféus simbólicos aos vencedores das 48 categorias, além de três especiais: Profissão, Políticas de Governo e Instituições e Organizações. Para representar as categorias, são convidadas instituições representativas das profissões, organizações etc.

Conheça o resultado completo nas duas categorias:

Instituições/Organizações:

1) Correios 87%
2) Jornais 64%
3) Rádio 61%

4) Casamento 60%
5) Revistas 58%
6) Igreja 57%
7) Forças Armadas 55%
8) Televisão 46%
9) Sindicatos 45%
10) Empresas Multinacionais 38%
11) Governo 23%
12) Transporte Público 21%

Profissões:

1) Bombeiros 96%
2) Pilotos de Avião 89%
3) Dentistas 78%
4) Professores 77%
5) Médicos 75%
6) Engenheiros 67%
7) Enfermeiros 66%
8) Farmacêuticos 52%
9) Jornalistas 51%
10) Psicólogos 50%
11) Motoristas de táxi 37%
12) Policiais 18%
13) Advogados 12%
14) Agentes imobiliários 11%
15) Políticos 1%

Dica enviada por Eduardo Henrique Furlan através do grupo Defesa do Jornalismo.

Aceitam-se comentários...

domingo, setembro 21, 2003

O Muito mentiroso tem dado muito que falar... Será esta uma das formas de fazer jornalismo?
Agora, após os comentarios de Pacheco Pereira no Jornal da Noite da SIC de hoje, constato que o responsável pelo site decidiu "apagar" tudo o que lá tinha escrito. Será que, o facto de Pacheco Pereira ter mencionado que a polícia tinha meios para o detectar, foi um dos motivos que levou a essa tomada de decisão???

quinta-feira, setembro 11, 2003

Sindicato Jornalistas

SJ requer intervenção
do Parlamento e do Governo


O Sindicato dos Jornalistas entregou à Assembleia da República e ao Governo um documento denominado "Por uma agenda dos poderes públicos para os média" e apela à sua intervenção no sector, que considera viver "um momento realmente dramático".
O documento, entregue no passado dia 5, contém uma análise da situação e apresenta propostas para ultrapassar a crise. O sindicato entregou, também, um documento sobre “A situação nas empresas jornalísticas em 31 de Agosto de 2003”, que actualiza um outro documento divulgado em 15 de Julho e dá conta da situação enfrentada pelos jornalistas em 21 das principais redacções, ou empresas, do País.
Neste último link do SJ é possível consultar a situação nas 21 redacções «abrangidas» pelo referido documento.

Também na edição de hoje do Público, vem um artigo intitulado Sindicato diz que Governo vai atacar problemas dos "Media".

O único problema nestas coisas é que, o que se conta está muito aquém do que passa na realidade. E mais não digo. Quem quiser, que diga o resto...

quarta-feira, setembro 10, 2003

Regressado de férias, deixo aqui mais alguns comentários colocados nos dois Fóruns que eu criei: Fim do Jornalismo? e Fim do Diploma = Fim do Jornalismo???

"Parece-me que diploma e jornalismo sobrevivem bem um sem o outro. Em Portugal, os cursos de comunicação social nasceram nos anos 80. E é óbvio que já antes havia grandes jornalistas que aprenderam na prática, na escola das redacções. Além disto, não me parece que os cursos tenham contribuído para um aumento da qualidade do jornalismo que se pratica. A crise actual é de valores, é de ética, é de deontologia, é de respeito... Coisas que só muito ao de leve se abordam nas nossas universidades. Se calhar até já nem se abordam em sítio nenhum. Falo por mim. Se soubesse o que sei hoje, não teria tirado comunicação social. Teria tirado... História. E claro que podia ser jornalista à mesma, e provavelmente, com uma bagagem cultural bem mais interessante. Ainda hoje, muitos dos nossos grandes jornalistas não o são por formação. São médicos, advogados, economistas.. E nem por isso fazem mau jornalismo. A grande lição da actualidade é o excessivo respeito pelo poder económico que controla tudo e exerce censura sobre os jornalistas receosos de perder o posto de trabalho. A questão Joel, não é se a internet ou os cursos vão pôr fim ao jornalismo tal como o conhecemos. A questão é, será que alguma vez os jornalistas serão livres para exercer a sua profissão? É essa falta de liberdade que me faz duvidar da real existência do jornalismo e me faz pensar se não andaremos todos a enganar os outros e a nós próprios... A internet não é nenhum papão. É só o futuro!"

"Não, na verdade a internet veio realmente para axiliar e ajudar os profissionais da area de jornalismo além de criar um campo difernte e agil em seu trabalho trazendo o mundo cada dia mais perto que éw o que o jornalista precisa para ser atual e atualizar seu espectadores."

"Você acha que uma pessoa, só por que sabe receitar remédios é um médico? Com o jornalismo é a mesma coisa, não adianta só saber escrever, tem que nascer jornalista, apurar o faro... é pra isso que serve a faculdade, o diploma é só consequência..."

Aguardo, como sempre, mais comentários...