Para que servem, afinal, os jornalistas?
Será que estamos no princípio do fim desse fenómeno chamado Jornalismo?
Este weblog serve para isso mesmo: sabermos se a Internet e as novas tecnologias vão colocar um ponto final no jornalismo, ou se, pelo contrário, vai ser uma grande aliada...
Jornalismo, profissão perigosa, por João Bosco Mota Amaral.
Mesmo quando não há sinais de violência sobre jornalistas convém permanecer atento a quaisquer indícios limitativos, por via administrativa ou judicial.
O modelo de escrita praticado na web e as formas de comunicação possíveis são sem dúvida diferentes de qualquer outro meio. A actualização é sem duvida o conceito mais importante da comunicação na web. Há um tipo de linguagem e de forma de construção das mensagens próprio da web. Actualmente vivemos ainda um período de adaptação em que ainda “aprendemos” a comunicar na web. Este blog tem como objectivo abordar as questões relacionadas com as formas de comunicação e as novas tecnologias e modelos que vão surgindo e permitindo uma evolução e actualização da webcomunicação.
As novas questões que se colocam ao jornalismo e outros temas ligados à comunicação social numa conversa de Ivo Adão com Luís Santos.
Como está o jornalismo em Portugal? Que desafios se abrem em tempo de mudanças tecnológicas? Blogues: os novos media? Questões colocadas a Luís Santos, professor de jornalismo da Universidade do Minho, e que é o convidado do JPR nesta entrevista. Um espaço em que semanalmente se aprofundará um tema da actualidade. Uma entrevista de Ivo Adão.
Os cinco principais jornais diários portugueses venderam menos 26 mil exemplares por dia no ano passado, em comparação com 2004, o que demonstra uma tendência de queda generalizada no sector.
Estes valores poderiam ser preocupantes, não os entendo assim porque há uma realidade que não é contemplada nestes valores. A leitura na web. Surge pois aqui a questão que move este blog. Estamos a assistir ao fim do jornalismo? Não. Estamos a assistir ao surgir de um outro tipo de jornalismo que coexiste com o que temos actualmente. Webjornalismo. Para quando tomar isso a sério?
SEGREDO DE JUSTIÇA – O crime de violação do segredo de justiça, actualmente comum, é restringido, passando a abranger apenas as pessoas que contactem com o processo – magistrados, advogados, polícias, funcionários judiciais e outros sujeitos ou participantes processuais.
COMUNICAÇÃO SOCIAL – Os terceiros, incluindo os jornalistas, que divulguem elementos do processo só serão punidos pelo crime se prejudicarem a investigação.
CRIME – Considera-se que as notícias dos jornalistas prejudicam a investigação quando revelam antecipadamente meios de prova ou obtenção de prova, medidas de coacção ou de garantia patrimonial e a identidade de testemunhas sob protecção ou de agentes encobertos.
PENAS – Em todos os casos, a pena mantêm-se inalterada, quer para as pessoas que contactam com os processos directamente quer para os terceiros que o façam indirectamente.
Aqui fica a indicação para todos os interessados neste tema cada vez mais importante para os jornalistas. Actualmente as relações com maiores complicações para os jornalistas são as que interferem com a “liberdade de imprensa” e com o “segredo de justiça”.
3º Encontro Nacional sobre Weblogs e 1º Encontro Luso-Galaico sobre Weblogs
A Universidade do Porto, recebe nos próximos dias 13 e 14 de Outubro de 2006, o 3º Encontro Nacional sobre Weblogs e o 1º Encontro Luso-Galaico sobre Weblogs. Este encontro ibérico procura juntar investigadores, utilizadores e interessados em weblogs em Portugal e na Galiza. O principal objectivo é a contribuição para a exploração deste tema e fomentar o desenvolvimento de uma comunidade de reflexão e investigação transdisciplinar na área. É de assinalar a realização do 1º Encontro Luso-Galaico sobre Weblogs.
Direcção da Lusa acusada de ceder a "pressões do Governo"
O Conselho de Redacção da Agência Lusa considerou que o processo sobre as notícias e desmentidos a respeito da instalação da Internet de banda larga em todas as escolas públicas do País indicia uma caso de "cedência" a pressões governamentais. Notícia completa
José António Saraiva, ex-director do Expresso, deixou o grupo liderado por Francisco Pinto Balsemão. Segundo o DN o futuro passa pela criação de um novo semanário, cujo público-alvo é o público jovem.