A propósito desta questão da Obrigatoriedade do Diploma de Jornalismo, novas opiniões foram colocadas nos grupos Jornalistas da Web e Defesa do Jornalismo.
Deixo aqui algumas delas:
Eduardo Henrique Furlan considera que "...entristecidos ficamos quando vemos outra decisão como esta, quanto será que estão ganhando estes juizes? É triste saber que novamente teremos que brigar para sermos reconhecidos como verdadeiros profissionais, e que o jornalista necessita de formaçao superior específica em jornalismo!"
Ricardo Ishmael escreveu que "Notícia é bem simbólico e, por isso mesmo, cultural. É
instrumento de formação, não mercadoria barata, produto cuja fabricação dispensa conhecimentos "acadêmicos". Formar opinião requer cuidado, responsabilidade, exige ética, compromisso e respeito para com o público. Um diploma, evidentemente, não garante a execução correta do jornalismo, não é passaporte para a isenção. Mas é um indício... Sugere o envolvimento do indivíduo em discussões de grande importância para a actuação profissional. Transmitir informação, servir como intermediário entre factos e públicos não é uma tarefa "qualquer", um ofício que prescinde formação acadêmica. Repudiemos a atitude de meia dúzia de juristas, magistrados enclausurados em salas e gabinetes refrigerados, alheios à vida que pulsa nas ruas e, quem
sabe até, aos impactos de uma postura parcial em cada uma de nossas vidas."
Vanderlei Abreu de Paulo, Editor-chefe da Central de Negócios em RH Editora & Marketing é de opinião que "É uma pena que esse assunto venha à tona novamente, justamente num momento em que o Presidente do STF, Maurício Corrêa, tenta fazer um trabalho para resgatar a credibilidade do Judiciário.
Sou contra qualquer tipo de corporativismo. Há jornalistas brilhantes que não têm diploma, simplesmente porque o curso sequer existia quando começaram a exercer a profissão e, quando de sua regulamentação, conseguiram o registro no Ministério do Trabalho. Para parar com essas idas e vindas na Justiça, a FENAJ devia era se mobilizar para criar o Conselho Federal de Jornalismo. Uma aberração é existir o Conselho Federal e Conselhos Regionais de Relações Públicas e o mesmo não acontecer com nossa profissão."
Aceitam-se outros comentários, é claro...
Deixo aqui algumas delas:
Eduardo Henrique Furlan considera que "...entristecidos ficamos quando vemos outra decisão como esta, quanto será que estão ganhando estes juizes? É triste saber que novamente teremos que brigar para sermos reconhecidos como verdadeiros profissionais, e que o jornalista necessita de formaçao superior específica em jornalismo!"
Ricardo Ishmael escreveu que "Notícia é bem simbólico e, por isso mesmo, cultural. É
instrumento de formação, não mercadoria barata, produto cuja fabricação dispensa conhecimentos "acadêmicos". Formar opinião requer cuidado, responsabilidade, exige ética, compromisso e respeito para com o público. Um diploma, evidentemente, não garante a execução correta do jornalismo, não é passaporte para a isenção. Mas é um indício... Sugere o envolvimento do indivíduo em discussões de grande importância para a actuação profissional. Transmitir informação, servir como intermediário entre factos e públicos não é uma tarefa "qualquer", um ofício que prescinde formação acadêmica. Repudiemos a atitude de meia dúzia de juristas, magistrados enclausurados em salas e gabinetes refrigerados, alheios à vida que pulsa nas ruas e, quem
sabe até, aos impactos de uma postura parcial em cada uma de nossas vidas."
Vanderlei Abreu de Paulo, Editor-chefe da Central de Negócios em RH Editora & Marketing é de opinião que "É uma pena que esse assunto venha à tona novamente, justamente num momento em que o Presidente do STF, Maurício Corrêa, tenta fazer um trabalho para resgatar a credibilidade do Judiciário.
Sou contra qualquer tipo de corporativismo. Há jornalistas brilhantes que não têm diploma, simplesmente porque o curso sequer existia quando começaram a exercer a profissão e, quando de sua regulamentação, conseguiram o registro no Ministério do Trabalho. Para parar com essas idas e vindas na Justiça, a FENAJ devia era se mobilizar para criar o Conselho Federal de Jornalismo. Uma aberração é existir o Conselho Federal e Conselhos Regionais de Relações Públicas e o mesmo não acontecer com nossa profissão."
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